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7.22.2004

Despida de mar 

Aptece-me chorar...decobri a verdade numa concha que se abriu, descobri tanta mentira que ainda hoje acreditava como pura verdade. Estava enganada... os camaleões não estavam em instinção..havia muitos...pelo menos tiveram a liberdade, aquela com que sonho todos os dias. As pessoas aparecem na nossa vida por acaso, mas não é por acaso que permanecem... chegou na minha vida um rapaz para me dizer que devo seguir o meu sonho, talvez não seja tornar minha uma praia que já é minha há muito tempo, mas partir na mais longa viagem. Sinto me confusa, olhos castanhos parecem firmes em contar-me mentiras...É assim que se sente a menina do mar, enganada...sem o tal póster...sem roupa, nem amor..."my lover's gone" toca em conjunto com o mar. Um lágrima no canto do olho escorre pela face, a garganta doí quando guardamos um sofrimento solitário. È Assim que me sinto à muito tempo só, triste, um sufoco que não tem permitido continuar a escrever nesta praia que é a minha essencia...aquilo que sonhei no quarto laranja, aquela que correu para ajudar os outros, que defendia amigos, que caía em vão...a ENTUSIASTA. talvez um dia os sinos sejam palmas para relembrar aquilo que fui, o bem que quiz a todos quando pensei em paz... queria morrer no Farol.

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